China pede para que Biden 'pense duas vezes' antes de falar sobre situação de Taiwan

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Publicado Segunda, 23 de Maio de 2022 às 08:28, por: CdB

Pequim considera Taiwan parte inalienável de seu território soberano e se opõe a quaisquer contatos oficiais entre a ilha e outros países. Enquanto isso, os EUA apoiam as forças pró-independentistas em Taiwan e vendem armas à ilha.

Por Redação, com Sputnik - de Pequim

Nesta segunda-feira, o presidente dos EUA, Joe Biden, declarou que os EUA estão prontos para responder militarmente e defender Taiwan em caso de invasão chinesa.

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Pequim considera Taiwan parte inalienável de seu território soberano

Em resposta à declaração de Biden, o Ministério das Relações Exteriores da China instou os EUA a terem cuidado com questões relacionadas a Taiwan.

– Nós instamos os EUA a respeitar sinceramente o princípio de Uma Só China e os três comunicados conjuntos sino-americanos, a cumprir seus compromissos em não apoiar a independência de Taiwan e a serem cuidadosos em suas palavras e ações sobre as questões de Taiwan, bem como a não enviarem qualquer sinal equivocado às forças separatistas na ilha – afirmou o porta-voz do MRE chinês, Wang Wenbin.

Além disso, o porta-voz chinês alertou que Taiwan faz parte do território chinês, e caberá à China "tomar medidas para defender sua soberania e interesses de segurança".

Pequim tomará medidas duras

Anteriormente, o diretor do Escritório da Comissão Central para Relações Exteriores da China, Yang Jiechi, disse ao assessor de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, durante conversa telefônica que Pequim tomará medidas duras se Washington interferir nos assuntos internos do país.

Ele especificou que a questão de Taiwan é a mais importante e sensível nas relações sino-americanas e que, se os EUA continuarem jogando a chamada carta taiwanesa e seguindo o "caminho errado", isso inevitavelmente resultará no surgimento de uma "situação perigosa".

Pequim considera Taiwan parte inalienável de seu território soberano e se opõe a quaisquer contatos oficiais entre a ilha e outros países. Enquanto isso, os EUA apoiam as forças pró-independentistas em Taiwan e vendem armas à ilha.

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